Angel Wolf-Black é uma cantora de metal sinfônico da cidade de Thessaloniki, Grécia. Foi vocalista das bandas Bare Infinity, Broken Tempo e na comunidade Eve's Apple. Atualmente está trabalhando no álbum de sua atual banda Seduce The Heaven.
Discografia
Com a banda Broken Tempo:
- "YOU" Single, 2013
Com a banda Bare Infinity:
- "Always Forever", 2009
- "The Passage", 2011

Como convidada:
- Με μια Αγκαλιά Τραγούδια στον Κύκλο της Γης (album - 1998)
- Benzene (unreleased track - 2007)
- Destin - InScissors (original score for John Santerineross' film "Destin" - 2010)
- Regina Tacita [Regium In Umbra] - InScissors (album - Mnemosyne - The Structure Of Time - 2011)
- Hecate's Garden & Mnemosyne's Lake - InScissors (album - Mnemosyne - The Structure Of Time - 2011)
Angel aceitou conceder uma entrevista para o blog Santuário do Metal. O resultado você verá a seguir:
1. Em primeiro lugar, gostaria de parabenizá-la pelo recente Diploma em Música Popular e Desempenho Vocal do Colégio de Música em Londres. A pergunta inicial é quando você teve a certeza de seguir a carreira musical. O que foi mais difícil e mais gratificante durante este caminho?
Angel: Muito obrigado. A verdade é que eu amo a música desde que eu era uma criança, mas eu não conseguia me imaginar como um músico profissional naquela época. A música era uma atividade que parecia como um jogo para mim e eu gostei. A visão e direção para uma carreira musical foi criada quando eu tinha uns 14 anos de idade.
A coisa mais difícil para mim veio um pouco mais tarde, quando eu tive que manter o equilíbrio entre os meus estudos na época (eu era um estudante em tempo integral na escola Animação de UCLan) e música. Foi difícil para mim concentrar-se em dois temas que exigiam uma grande quantidade de tempo e energia, assim que entrei no conservatório (para participar de aulas de Jazz / Música Popular) depois de tomar adquirir minha formação em música. Nesse ponto, eu tinha a possibilidade de criar música, participar de turnê e tocar com minhas bandas e músicos companheiros e, por meio dessa experiência, me identifiquei mais com esse caminho musical. Agora, a música toma a maior parte de meu tempo na vida e eu sinto que esta é a minha maior recompensa.
2.Como as experiências de suas últimas bandas (Bare Infinity e Broken Tempo) mudaram sua vida?

Angel:Eu considero cada passo na vida como uma experiência digna, e uma banda é exatamente isso. Depois disso, você nunca mais é o mesmo. Sinto-me grata, porque eu aprendi muito e eu fico olhando de um ponto de vista diferente, de muitas maneiras tudo aquilo que vivi. Aprender a trabalhar com vários tipos de pessoas e fazer o trabalho corretamente é importante, é algo que não pode ser encontrado em qualquer livro, na minha opinião, é a lição de respeito. Respeitar a si mesmo e seus colegas pode ser determinantes para outras coisas que fazemos em nossas vidas.
3.Você teve alguma dificuldade nesses estilos musicais que são diferentes de sua formação clássica? Como você se adapta a essas mudanças musicais?
Angel: Na verdade, eu não tinha formação clássica, até alguns meses atrás, quando eu comecei a ter aulas de canto lírico. Eu estou muito entusiasmada com este novo campo, e eu tenho certeza que ele vai vir a ser realmente útil para o meu trabalho vocal no gênero do metal.
Estou basicamente adaptada e fui treinada com técnicas vocais voltadas para o jazz e pop /rock, por isso ter estado em uma banda de metal, como a Bare Infinity, e uma banda de trip-hop, como BrokenTempo, fez com que eu me sentisse em meu ambiente natural.
Em qualquer caso, me deparei com muitas dificuldades que poderiam ter sido estressantes , mas acabei encontrando nisto, um desafio, em um bom caminho. Era (e ainda é) uma motivação e uma causa para tentar novas coisas, com certeza, mas desde que a mente seja mantida aberta. Por exemplo, ao estar em Broken Tempo, eu me concentrei muito na interpretação, dinâmica e nas cores diferentes da voz, mas meu trabalho em Bare Infinity eu tive uma orientação mais versátil e extrema, e ocasionalmente eu tinha que fazer rosnados e vocais operísticos durante as músicas.
4.Como está sendo essa experiência com a banda Seduce The Heaven?
Angel: Primeiro de tudo, eu tenho que mencionar que os caras da banda são muito legais e eu aprecio isso. Eu os admiro por sua habilidade e consciência musical e eu gosto de trabalhar com eles.
Quanto à colaboração, o desafio será a meu, de novo. E diversão! Sinto que posso fazer mais e meu trabalho pode ser expandido tanto esteticamente e expressivamente. Enquanto estamos neste momento, trabalhando em novo material para o nosso próximo álbum, vários novos sons surgiram na música assim, sinto que meu canto precisa explorar caminhos novos, sempre adiante.
Comunicação é outra parte interessante. Considerando o fato de eu viver quase 310 milhas de distância do resto da banda, e a tecnologia é o nosso melhor amigo. Trocamos idéias através da Internet e mantemos contato em todos os momentos para manter a nossa música na trilha.

5. Fale sobre os preparativos para o próximo álbum da banda Seduce The Heaven. Eu sei que você está participando no processo de composição. Como compositora, o que inspira você?
Angel: O processo de composição é distribuído entre todos os membros da banda. Todos nós temos diferentes origens musicais e isso é uma coisa boa, por causa da variedade de elementos combinados na música. Nós registramos nossas ideias, riffs de guitarra, padrões de bateria ou canções, e enviamos para todos os membros da banda, então, todo mundo pode comentar, adicionar novas peças ou aconselhar para algo melhor.
Eu realmente não penso em mim como a única compositora - penso como mais um compositor, como letras relativas, eu diria. Tudo me inspira, mas isso seria apenas uma parte da verdade. Na verdade, minhas letras são muito autobiográficas. Muitas vezes eu escrevo sobre minhas próprias experiências pessoais. Minhas falhas e vitórias, sonhos e dias sombrios, medos e ambições, todos eles podem serem bastante inspiradores.
Quanto à música, ela realmente vem quando eu sento no meu piano. Eu gosto de tocar muito e uma progressão de acordes interessantes surge ou uma nova melodia e crio o clima para uma canção. Às vezes, ela vem quando eu durmo, então eu acordo no meio da noite e gravo ela no meu celular.
6.Qual palavra descreve o que significa suas músicas / composições?
Angel: Não consigo encontrar uma única palavra que descreva minhas canções, realmente. Elas são tão diferentes uma das outras. Algumas delas são tão espontâneas. Mas eu posso explicar que eu amo fazer minhas músicas... Gosto de criar visões para que os ouvintes possam serem capazes de libertar sua imaginação e viajar para outra dimensão através da minha música.
7.Você se enxerga nessa etapa da vida, madura e experiente pessoalmente e musicalmente?
Angel:Eu já passei por algumas aventuras, mas eu não sei se eu sou madura ainda. Minha experiência atual me dá o poder de apreciar a música e a criatividade de uma maneira diferente. Ela afeta a forma como eu faço planos ou colaborações, assim como a forma como eu escrevo música. O tempo dirá se o meu ponto de vista é certo ou errado. Eu o deixo à própria sorte por agora.

8.Deixe uma mensagem para seus fãs brasileiros:
Angel:Espero fazer um visita ai, um dia . Obrigado por seu apoio e desejo-lhe tudo de bom!
Obrigado por esta entrevista. Desejo boa sorte em sua nova jornada e sempre estarei aqui para ajudá-la. Conte sempre com o Santuário do Metal
Redes Sociais de Angel:
A pedido de Angel, segue a entrevista em inglês a seguir
In english
1. First I would like to
congratulate you
for you recent Diploma
in Popular Music Vocals
Performance from London College of Music. The initial question
is when
you
were sure to follow a musical career? What it
was more difficult and
more
rewarding in
this way?
Thank you very much, I appreciate
it.
The truth is that I
love music since I was
a child, but I
couldn’t imagine
myself as a professional
musician back then. Music was an
activity that
felt like a game to
me and I enjoyed it. The vision and direction towards
a musical career was established when I was about 14 years
old.
The most difficult thing for
me
came a little
later, when I had to
keep the balance between my studies
at that time (I
was a full-time student in
UCLAN’s Animation school) and music. It was
hard for me to
concentrate on
two subjects that demanded a
great amount of
time and energy, so I entered the conservatoire (to
attend Jazz / Popular
Music classes) after
taking my Degree.
At that point, I
had the possibility to create music,tour and perform with my bands and
fellow musicians and, through this experience, to
become a professional
musician. Now, music takes most
of my time in life and I feel that this is my biggest reward.
2. What the
experiences
of your last bands
(BI and
BT) what has served as a guide
and overcome in
your
life?
I
consider every step in life as a worthy
experience, and a band is exactly that.
After that, you are never the same. I feel
grateful, because I’ve learned a lot and here I stand looking from a different point
of view in so many ways.
Learning to work with various types of
people and do the job properly
is important, but something that cannot be found in any book, in my opinion, is the lesson of respect.
Respecting yourself and your
colleagues can be determinative for other folds of
our lives.
3. Did
you have some difficulty in
these musical
movements that
are different from your
classical training? How did you
adapt
to these musical changes?
In fact, I had no classical training until some months ago,
when I started
taking classical
singing lessons. Arias are fun and I’m
quite enthusiastic
about this new field,
and I’m sure it’s
going to turn out really helpful for my vocal work in the metal genre.
I’m basically trained
as a jazz and pop/rock musician, so
being
in a metal
band, like Bare Infinity, and a trip-hop band, like Broken Tempo, felt like
my natural
environment.
In any case, I came across
many difficulties
that
might have stressed me
or
seemed suspending, but I ended up
finding these quite challenging, in a good way. It was (and still
is) a motivation and a cause to
try
new things, for sure, but it will come as long
as the mind is
kept open. For
example, while being on BT, I focused a lot on interpretation, dynamics and tried different colors
of the voice, but my work in BI had more versatile and extreme orientation by trying occasionally growls and
operatic vocals during the songs.
4. How is being this
experience with the band Seduce
the Heaven?
First of all,
I have to mention that the guys of the band are very
down-to- earth
people and I appreciate that. I
admire them for their
awareness
and music skill and,
thus, I enjoy working with them.
As for the collaboration, challenge will be
my word again. And fun!
I feel
I can do
more and
my
work can be expanded both aesthetically
and expressively.
While we are currently working on new
material
for our next album, several new
sounds
have popped up in music so,
I feel that my singing needs to explore fresh paths
to follow it.
Communication is another
interesting part. Considering the fact I live
almost 310 miles
away
from the rest of
the
band, technology is
our best friend.
We exchange ideas
through the internet and keep in
touch at all
times to keep our music on track.
5. Talk about the preparations
for the next album of the
band STH. I know that you
are
participating in the
composition process. As
a composer, what inspires
you?
The songwriting process is distributed between
all band members. We all have different musical backgrounds
and this is a good thing,
because of the variety
of elements combined in the
music. We record our ideas, guitar riffs, drum patterns
or even complete songs, and send
them to all the members of the
band
so, everybody can comment,
add new parts or advise for
something better.
I don’t really think
of myself as a composer – more as a songwriter, I’d say. Concerning lyrics, I would say everything inspires me, but that would be only part of
the
truth. In fact, my lyrics are pretty much
autobiographic so, I often write about my own personal experiences. My fails and wins, dreams and black days, fears
and
ambitions, they can all
be
pretty inspirational. Once I have these,
I can dress them
the
way I want.
As for music, it really
comes
when I sit on my piano.
I like to jam a lot
and an interesting chord progression or
new melody might come up and
create the mood for a song. Sometimes, it comes while
I sleep, so I wake up in the middle of
the night
and record it on my cell phone.
6. What
is one word that describes which means
your
songs /
compositions?
I can’t
find a single word that describes my songs, really. They are so
different from one another. Some of them are so spontaneous. But I can
explain what I love to do
with my songs; I love to create visions
so the
listeners
are able to free their imagination
and travel to another
dimension through my music.
7. How does
Angel Wolf-Black
today is more
mature / more
experienced?
I’ve been through some more adventures,
but
I don’t know
if I’m mature
yet.
My current experience gives me the
power
to appreciate music and
creativity in a different way. It affects the
way
I make plans
or collaborations, as well
as the way I write music. Time will
tell if my point
of view is right or wrong. I
leave it to its
fate for now.
8. Leave a
message
for your Brazilian fans.
I hope to make it to
Brazil one day. Thank you for your
support and I
wish you all
the
best!
Thank you
for this interview. I wish good luck on your new journey and
always
I will
be here for help you
with
this
blog!








2 comentários
Raquel!
ResponderExcluirQue entrevista maravilhosa!
Parabéns!
Nós roqueiras assumidas agradecemos.
Bom final de semana!
“Os homens de poucas palavras são os melhores.”(William Shakespeare)
cheirinhos
Rudy
http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
Participe no nosso Top Comentarista!
Obrigado, querida. Bom domingo \m/
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