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03 novembro 2012

Siegfried Sassoon e a música Army Of The Damned

Vocês já viram postagens nesse blog sobre o tema Literatura e Música. Hoje, trago pra vocês a música  "Army Of The Damnedda banda Pythia.
 Em um dado momento da música, Brian Blessed recita o poema "O suicídio nas trincheiras" de Siegfried Sassoon.  

Afinal, quem foi  Siegfried Sassoon?
Siegfried Loraine Sassoon (8 de Setembro de 1886 - 1 de Setembro de 1967) foi um poeta homossexual Inglês. Ficou conhecido como escritor de sátirasAntiGuerra em poesia, durante a Primeira Guerra Mundial. Mais tarde foi aclamado por seu trabalho em prosa, sua autobiografia ficcional de três volumes, conhecida como "Sherston Trilogy".

Vida e Educação

Siegfried Sassoon nasceu no Weirleigh Hospital em MatfieldKent. Seu pai era judeu e sua mãe, Anglo-Católica. Tinha dois irmãos, Michael e Hamo. Quando Sassoon tinha quatro anos, seus pais se separaram.
Em 1984, seu pai, Alfred Sassoon, morreu de tuberculose, deixando Siegfried devastado.
Sassoon estudou na New Beacon Preparatory School, Kent, Marlborough College em Wiltshire, e no Clare College, Cambridge, onde estudou Direito e História de 1905 à 1907. Ele saiu da universidade sem diploma e passou os anos seguintes caçando, jogando Cricket e publicando alguns volumes de poesia não tão aclamada. Seu primeiro grande sucesso foi The Daffodil Murderer, uma paródia de The Everlasting Mercy de John Masefield, publicada em 1913 sob o pseudônimo de "Saul Kain".

Guerra

Siegfried Sassoon (Maio de 1915)
Motivado pelo patriotismo, Sassoon juntou-se ao Exército Britânico quando a ameaça da Primeira Guerra Mundial foi feita, no dia em que o Reino Unido declarou guerra (4 de Agosto de 1914). Ele quebrou o braço em um acidente e foi deixado de fora da guerra antes mesmo de sair da Inglaterra.














Para saber mais sobre a banda PYTHIA, veja os links

Agora, veja o vídeo e a tradução da música com o trecho do poema de Sassooon



Nós somos o exército dos condenados
Homens de uma terra distante esquecida
Milhares de anos se passaram por nós
E você ainda vai ouvir o nosso grito

Nós deixamos nossas casas para lutar contra esta guerra
Nós não nos lembramos para que foi
Ainda assim avançamos tanto de dia e de noite
Até chegar a hora de lutar

E assim eles fogem de nós,
Nossos amigos e nossos parentes
Eles não vão ficar para nós
E para tudo o que temos sido
O sangue irá fluir de nós
Para sempre e um dia
Nosso juramento será quebrado por seus pecados

Nós desistimos de tudo o que nós poderíamos dar
Para que nossos filhos pudessem senão viver
Nós marchamos para sempre para o tambor
Da batalha que não virá

Nós ouvimos o choro de nossos amantes,
Apesar de estarem mortos e terem partido
Nós ouvimos os nossos camaradas cantarem
Essa canção eterna
Não podemos sentir o sol
apesar da manhã acabar de chegar
Nós somos apenas sombras do passado

Nós somos o exército dos condenados
Homens de uma terra distante esquecida
O que eu daria para ver seu rosto
E amá-la mais uma vez

(Brian Blessed executa o poema:
"O suicídio nas trincheiras" por Siegfried Sassoon)

Eu conheci um rapaz simples soldado
Quem sorriu para a vida na alegria vazia,
Dormiu profundamente atráves da escuridão solitária,
E assobiou cedo com a cotovia.

Em trincheiras, inverno, intimidado e triste
Com um som forte e piolhos e a falta de rum,
Ele pôs uma bala através de seu cérebro
Ninguém falou dele novamente

Você com a face orgulhosa, multidões com os olhos em brasa'
Que alegria quando rapazes soldados marcham por',
Furtivamente para casa e rezo para que você nunca saiba
O inferno, para onde jovens e risadas vão

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