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13 julho 2012

Feliz Dia Mundial do Rock parte 1

Dia 13 de julho é o dia mundial do rock. E para comemorar esse dia, uma super matéria com retrocesso históricos, definições e as bandas do gênero. Você sabe como surgiu a expressão Rock and Roll? Segundo o site http://mundoestranho.abril.com.br/materia/de-onde-vem-a-expressao-rock-and-roll

"A expressão, que literalmente significa "balançar e rolar", fazia parte da gíria dos negros americanos desde as primeiras décadas do século XX, para referir-se ao ato sexual. Assim, ela já aparecia em várias letras de blues e rhythm’n’blues como "Good Rockin’ Tonight" (1947), de Roy Brown - antes de ser adotada como nome do novo estilo musical, que surgiu nos anos 50, com Bill Halley e Elvis Presley, e consistia basicamente na fusão desses ritmos negros com a branquela música country. Esse batismo costuma ser atribuído ao disc-jóquei americano Alan Freed (1922-1965), cujo programa de rádio foi um dos principais responsáveis pela popularização da nova onda, altamente dançante, que logo contagiou toda a juventude do país e do mundo.
Na década de 60, o rótulo foi abreviado para rock, para abranger as mudanças provocadas por artistas como Bob Dylan e Beatles, abrindo um leque de infinitas variações: rock psicodélico, rock progressivo, folk rock, hard rock, heavy metal etc etc. A partir daí, o termo rock’n’roll passou a significar exclusivamente o estilo original, característico da década de 50.
Alan Freed, o primeiro DJ superstar da história, batizou o balanço pop"
E a pergunta mais frequente gira em tornos das correntes geradas no próprio Rock que culminaram com vários outros gêneros. No link http://super.abril.com.br/historia/historia-so-rock-446770.shtml tem uma matéria bem resumida sobre o assunto:
Todo interligado como uma rede de metrô que ninguém planejou, o rock ’n’ roll cruza estilos e ritmos. Em cada estação, guitarras e baterias contam a história do menino rebelde, mestiço, filho ilegítimo de uma vertente musical afro-americana (rhythm ’n’ blues) e um gênero de tradições européias (country). Contraditório desde o início, ele surge num país e numa época marcados pela segregação racial. Seu ponto de partida também é polêmico: há quem defenda Rocket 88, gravado em 1951 por Jackie Brenston; outros prefe­rem Shake, Rattle and Roll, registrado em 1954 pelo negro Big Joe Turner e pelo branco Bill Halley.
O rock talvez seja o mais mutante dos gêneros. Graças a sua capacidade de absorver e recombinar influências, ele segue surpreendendo. O mais legal é transitar pelas vertentes desse submundo, da rebeldia adolescente às melodias eletrônicas.
 

Mapa de acesso

Conexões
Sucesso garantido nas paradas obrigatórias.
Chuck Berry
Personifica a essência do gênero: compositor, instrumentista, performer e, sobretudo, um tremendo sacana.
Elvis Presley
O primeiro ídolo a cruzar a ponte rock/pop, o ícone-mor, mito e mico, conquistador e traidor, exemplo e caricatura. Parâmetro para medir todos no rock ­– e no pop.
Beatles
Mil bandas em uma, template válido para todas as gerações, o DNA mitocondrial. Eles fizeram quase tudo.
Glam Rock
Pop, hard rock, armações e a escada que o gênio David Bowie usou para subir.
Pós-Punk
A coragem e a cara-de-pau do punk levam ao rock novas possibilidades.
Tecnopop
Sintetizadores e seqüenciadores a serviço do pop. Hoje reprocessado com o nome de electro.
Grunge
Outra colisão entre alternativos e pesados, fusão a cargo de Nirvana, Pearl Jam e Alice in Chains: mortos e feridos no caminho.
Thrash
A partir de Kill’em All, do Metallica (1982), velocidade e volume brutais unem metal e punk.
Rocktrônica
A eletrônica com cara, atitude e sons – sampleados ou não – de rock .
College Rock
Som dos universitários americanos do começo dos anos 80, com espaço para bandas díspares como Husker Du, R.E.M. e Pixies.
Country Alternativo
Neobaladismo em onda caubói–lírica que inexplicavelmente bate forte em Londres.
Indie Dance
Confluência hedonista no Reino Unido, com ecos tardios mundo afora nos anos 90.
Todo o trajeto
Conheça uma por uma as linhas do rock.
Bill Halley, Elvis Presley e todos da gravadora Sun, de onde o rock saiu para dominar o mundo, eram fãs do somcaipira americano. Associado ao swing e ao boogie, o gênero rural permanece na essência do rock ao longo das décadas.
Os primeiros rocks se confundem com os blues “para pular” (jump blues) dos anos 40, com elementos das big bands de swing. A soul music e todos os sons negros que também vieram a partir daí estão na alma do rock.
Pop
A indústria de ídolos da música popular americana já existia, mas abraçou o rock com especial paixão. Compositores como Leiber & Stoller e produtores como Phil Spector abriram terreno para fenômenos como os Beatles.
Rock
Entre 1954 e 1969 é possível traçar uma espécie de tronco básico de onde partem todos os ramais para essa viagem. Quase tudo o que veio depois foi definido pelas experimentações desse período de extrema criação.
A partir de Bob Dylan, a tradição medieval do trovador e as ambições poéticas e autorais se tornaram uma das principais vertentes do rock, ressurgindo ciclicamente no centro das atenções. Principalmente da crítica.
Rock Pesado
A partir do Yardbirds, banda que deu origem ao Led Zeppelin, o barulho segue em nuances hard rock e metal (com as subdivisões e misturas que tornaram esta linha uma das mais populares e inquietas).
O termo é dos anos 90, mas batiza a linha que, baseada em Beatles e Stones, encarna a vocação contestadora do rock. Sai do Velvet e perfaz um trajeto cheio de estações, divisões, curvas e revoluções – entre elas, o punk.
Vindo da psicodelia britânica e do lp Sgt. Pepper’s, dos Beatles, musicalmente mais elaborado, teve seu auge nos anos 70, mas ainda é influente, apesar das críticas. Rush e as bandas de metal melódico que o digam.
Eletrônico
A partir do Kraftwerk, o front criativo vai rumo à tecnologia. Influenciando o pop e o comportamento, no final dos anos 80, ele se afasta do rock ortodoxo. Em espírito, trabalhos como os de Fatboy Slim fazem desta uma linha não tão estranha ao rock.

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